˙˙·٠•● eu sou a lenda ☠ eu (r)existo ●•٠·˙˙™ - UM POUCO MAIS!

Mostrando postagens com marcador mitos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mitos. Mostrar todas as postagens

15 de maio de 2014

James Hunt: O último 'sex machine' da F1

Ele era 'quente', loiro de olhos azuis, bonito e na história 
da F1, ficou  como o campeão
 mais sexy e irresistível 
de todos os tempos.

James Hunt

Hunt: cigarros, bebidas, mulheres, sexo e velocidade

Falar de James Hunt sem citar, bebidas, cigarros, mulheres e sexo, não é falar dele. Hunt foi o campeão de F1 que mais suspiros arrancou, não só dentro das pistas, mas também fora delas. Retratado quase que fielmente no filme 'Rush, além da emoção', do diretor Ron Howard, o belo britânico podeira até passar pelos anuários de automobilismo como apenas um campeão de corridas de carros, 
mais um campeão de F1 do tempo romântico, que não fez mais nada depois. Engano.

Hunt fez muito e fez dessas coisas que jamais veremos em tempos de 'profissionalismo' na F1 de hoje. Ele venceu e convenceu, contra tudo e todos que não acreditavam ou subestimavam seu jeito de 'viver' as corridas e sentir as emoções. Hunt 'viveu' a Formula 1.


Beleza e 'sex appeal'. Hunt era dentro e fora das pistas.
Ele era irresponsável com seu preparo para as provas, demonstrava querer ganhar e quando ganhou se satisfez com a conquista. Hunt competiu com muitos dos melhores nomes do automobilismo de sua época. Nomes como Emerson Fittipaldi, Niki Lauda, Jody Scheckter, Clay Regazonne, Mário Andretti, Ronnie Peterson entre outros.
Em 1976 venceu o campeonato em cima de Lauda por apenas um ponto de diferença. Hunt quis isso e conseguiu num dos campeonatos mais dramáticos da história. É realmente esse campeonato que o filme 'Rush' retrata. A rivalidade quase doentia sentida por Lauda para com Hunt e foi a partir de ter assistido a esse filme que eu quis saber mais sobre esse 'personagem' chamado James Hunt.




Glamour

Nos anos 70, ser corredor de carros era glamouroso. Ser piloto de uma equipe de F1, então, era o top do glamour. Encontrei na história, o piloto que mais soube usufruir desse glamour. Irreverente e pra muitos total irresponsável, Hunt viveu sua carreira numa F1 onde o risco era o tom. Pilotos perdiam a vida constantemente pilotando os carros, a tecnologia engatinhava e a segurança era precária. Talvez tenha sido isso que fascinou Hunt a pilotar monopostos.  Talvez tenha sido isso que tenha motivado a rivalidade tão intensa com Lauda em 1976. Lauda era o extremo oposto. Não era incomum ver Hunt, após uma vitória estar cercado de mulheres, tendo nas mãos um cigarro ou uma bebida ou os dois. Suas fotos percorriam as publicações como se Hunt fosse um rock star, posando sempre ao lado das mais belas, flagrado nas mais inusitadas noitadas. Hunt era 'quente'.

Mulheres: Fossem quais fosse, ele fatura muitas!
O  circo da Formula 1 de hoje, jamais permitiria 'palhaços' como James Hunt. Noitadas? Fumar? Beber? NÃO, absolutamente não. Pilotos hoje precisam ser caretas, muito bem casados, certinhos, bem preparados... Hunt hoje em dia não sobreviveria a uma temporada, se é que ele chegasse ao fim de uma.
James Hunt não era careta. Em sua época, o que realmente dava uma aura especial aos pilotos não eram os contratos publicitários e as aparições na mídia, mas sim  o enorme risco envolvido - a cada temporada de Fórmula 1, em média dois pilotos perdiam a vida. E este inglês loiro, alto, boa-pinta, boêmio e viciado em sexo  se comportava como um astro do rock lutando contra os melhores pilotos de sua geração. 


Ele não foi exatamente um rebelde no sentido de quebrar as regras,  pois as regras ainda não existiam num esporte novo e radical como a Fórmula 1. Sua transgressão estava na liberdade de assumir que o melhor da vida de piloto  não era apenas ganhar, e sim aproveitar os benefícios da vitória, sem limites ou censura. Afinal, de que valia vencer o campeonato se não fosse possível  ter uma vida de campeão, gastando dinheiro aos montes, festejando a noite inteira e tendo todas as mulheres aos seus pés.
 Como disse o grande piloto britânico dos anos 60, Stirling Moss, um dia:  
"Se você fosse como James Hunt, o que teria feito em seu lugar?".


A rivalidade com Lauda em 1976: 

Hunt e Lauda tinham estilos radicalmente opostos. Enquanto Lauda foi provavelmente o mais cerebral e calculista piloto de todos os tempos, sempre reservado e sério, Hunt era um cachorro-louco que se arriscava em todas as provas, independente da situação, e um fanfarrão que fez questão de bordar em seu macacão o lema "sex: breakfast of champions" - precisa de tradução?


Os preparativos para a decisão do campeonato de 1976 foi uma síntese do estilo de vida selvagem de Hunt. Enquanto seu rival austríaco se isolou em seu castelo junto com a esposa para se concentrar para a última prova, James resolveu passar duas semanas no Japão, onde a corrida seria realizada. Hospedado no Tokyo Hilton junto com o camarada Barry Sheene, então campeão mundial de moto velocidade, ele percebeu que a cada manhã  uma leva de aeromoças da British Airways chegava ao local para pernoitar. Charmoso e cara de pau, começou a convidá-las diariamente para festinhas regadas a uísque e cocaína em sua suíte. 
O resultado foi uma orgia de duas semanas em que Hunt e Sheene faturaram nada menos que 33 aeromoças. Não satisfeito, instantes antes da largada, foi flagrado por Patrick Head (hoje um dos diretores da equipe Williams) recebendo sexo oral nos boxes, com o macacão nos tornozelos. E um detalhe importante: depois de tudo isso, foi à pista, chegou em terceiro lugar debaixo de chuva e conquistou o campeonato. Virou heroi.

Hunt com Lauda em 1976
No filme 'Rush' talvez a cena mais fundamental de todo enredo é justamente uma fala não ficcional, o próprio Niki Lauda aparece em imagem dizendo que Hunt foi o único piloto que o fez sentir INVEJA. Lauda disse mesmo isso e assim posso definir como síntese da rivalidade entre os dois: 
"Lauda apesar de ter sido brilhante, 
um dia desejou ser igual a Hunt."



Ídolo máximo dos britânicos, ele abandonou as pistas menos de três anos depois de ser campeão, como se aquilo já não fizesse muito sentido em sua vida. Virou comentarista de automobilismo da BBC e faleceu em 1993,  vítima de um ataque cardíaco fulminante. Nessa época, já havia sossegado o facho. Curtia os filhos e acabara de pedir a namorada em casamento. Os anos de hedonismo hardcore cobraram o preço de sua saúde,  mas que ninguém duvide: em sua busca pelo prazer, James Hunt foi certamente o homem mais invejado (e o mais bem-sucedido) daquele mundo tão diferente. 


É isso ai!


4 de junho de 2011

Andrej Pejic: O belo no Fashion Rio

(moda)

Andrej Pejic vai desfilar com looks masculino e feminino para a Ausländer, que fecha a noite no evento do Fashion Rio.
 
Andrej Pejic com jornalistas no Rio, antes das apresentações.
 
O modelo sérvio Andrej Pejic, um dos destaques do desfile da Ausländer, que fecha a programação do Fashion Rio, neste sábado (4).
O rapaz de 19 anos e traços finos vai caminhar pela passarela com looks feminino e masculino e elege seu favorito:
“Nesta coleção, prefiro as roupas feitas para mulheres”, admite Pejic, que atualmente ocupa o 11º lugar no ranking
dos modelos mais importantes do mundo do site Models.com .
No mês passado, a revista "FHM", em sua tradicional lista das 100 mulheres mais sexy do ano, colocou Andrej em 98º lugar. 
 

Andrej diz que se sente honrado por participar
de um evento no Brasil e rende elogios ao Rio:
“A cidade é mesmo maravilhosa”.
O modelo, que está hospedado em Copacabana,
conta que conseguiu um tempo livre para dar uma volta
na praia e comenta estilo dos brasileiros:
“A maneira como vocês se vestem é incrível”.
Ele chegou no Brasil faz 2 dias, foi jantar na rua Farme de Almoedo
(que ele chamou de “gay district”) e depois deu um pulo na Le Boy.
“Achei muito exótico”, disse.
A mãe dele havia dito que o Rio é uma cidade de fantasias
e ele esperava muita praia, sol e corpos à mostra,
com pessoas usando biquínis e sungas na rua
(pra falar a verdade, ficou um pouco decepcionado
porque está chovendo e frio).

Andrej Pejic na coletiva de impressa no Rio

O sérvio radicado na Austrália, aproveitou para falar de Lea T,
 que foi aplaudida ao desfilar de biquíni pela grife Blue Man.
“Somos amigos. Ela estava linda”.

Falando abertamente aos jornalistas Andrej falou de vários assuntos.
"Eu estava colhendo frutas na fazenda da minha tia. Era 2009, um representante de uma agência estava passando e me deu seu cartão, fui lá, terminei o colegial e fui pra Europa. Meu primeiro trabalho foi a capa de uma revista indie australiana que se chama “Oyster”. Eu acho que editoriais funcionam melhor pra mim, pelo menos foi assim desde o começo." disse sobre
como foi descoberto para o mundo da moda.


Sobre sua androgenia comentou assim: "Me deixa feliz ser assim. Eu sempre precisei ser do jeito que eu sou agora, me sentir confortável na minha própria pele. Acho que sou abençoado, que me deram algo que me possibilita parecer com isso."

"Cresci em Melbourne, na Austrália, e sempre há partes mais conservadoras dentro de uma sociedade. Estudei num colégio bom, mas não morava na melhor área. Apesar disso, não me lembro de nada ter sido traumático. Com o passar do tempo você ganha mais confiança; eu acho que fiquei mais sociável e fiz mais amigos depois disso. - disse sobre não ter problemas na infância.


Irreverente Andrej não esconde que se sente bem tanto como homem como mulher

Visto entrar num dos banheiros femininos do evento,
logo foi indagado se tirava vantagem de ser andrógino:

"Ah, ir ao banheiro feminino é algo que eu faço sempre, porque quando vou ao masculino as pessoas me olham com uma cara de “cai fora”. É que eu não quero ter que explicar o que está acontecendo cada vez que vou fazer xixi [risos]. Sobre tirar vantagem, sim, às vezes – mas eu não abuso. [Pausa] Pensando bem, vou começar…" disparou Andrej mais irreverente.


Andrej Pejic desfilará também pela São Paulo Fashion Week.
"- Vou desfilar em São Paulo. Vou a Nova York, mas volto.
Tenho várias opções, mas estou fechando ainda a minha participação."
disse o modelo.
 
♦♦♦♦
SPFW será pequeno!
♦♦♦♦
 
˙˙·٠•● eu sou a lenda ☠ eu não presto ●•٠·˙˙™

12 de março de 2011

Imagem real de Chopin

"achei digno contar"

Fotografia do século 19 pode ser
imagem de Chopin após a morte.
Daguerreótipo foi divulgado nesta quinta-feira (10)
por colecionador polonês.
Caso seja provada autenticidade,
este será o terceiro retrato do compositor.

foto: Imagem que seria de Frederic Chopin. (Foto: AP)

Uma fotografia divulgada nesta quinta-feira (10) pode ser um retrato do compositor Frederic Chopin (1810-1849) logo após sua morte.
A imagem foi divulgada pelo polonês Wladyslaw Zuchowski,
 fotógrafo e dono de galeria de arte em Gdansk, na Polônia.
Uma equipe de peritos ainda está investigando a imagem
para determinar que realmente se trata do célebre músico polaco.
Caso seja provada sua atenticidade, esta será
a terceira imagem publicamente conhecida de Chopin.
Zuchowski afirma ter comprado o daguerreótipo - o primeiro processo fotográfico, do início do século 19 - de um colecionador da Escócia.
A fotografia estava numa moldura de cobre e prata,
com data de 1849 e carimbo de Louis Auguste Bisson,
fotógrafo francês autor dos outros retratos de Chopin.
 
♦♦♦♦♦
 
˙˙·٠•● eu sou a lenda ☠ eu não presto ●•٠·˙˙™

7 de março de 2011

Imagens do Carnaval 2011

"imagens do Carnaval"

Uma rainha do Carnaval
Luiza Brunet


Madrinha da bateria da Imperatriz Leopoldinense,
Luiza Brunet desfilou soberana
a frente dos ritimistas da escola de samba carioca
neste domingo de carnaval (06 mar).
Mostrando toda sua beleza, carisma e elegância.

UMA MUSA SUPREMA!

♦♦♦♦

˙˙·٠•● eu sou a lenda ☠ eu não presto ●•٠·˙˙™

13 de setembro de 2010

Ricardo Coração de Leão


Um grande Rei inglês sobre quem muito se sabe
como guerreiro cruzado,
mas que tanto mais se especula sobre 
'Ser ou não ser. Eis a...'


Ricardo I - Rei da Inglaterra
"Coração de Leão"

detalhe da estátua de Ricardo I

Ricardo era o terceiro filho de Henrique II de Inglaterra e 
Leonor da Aquitânia, tendo nascido a 8 de Setembro de 1157.
Foi educado por sua mãe numa ótica essencialmente 
voltada para a cultura francesa.
Em 1168, recebe de seu pai o ducado da Aquitânia.
Após a morte prematura de seus dois irmãos mais velhos,
Ricardo torna-se sucessor do trono de Inglaterra e da Normandia.
A sua coroação concretiza-se em 1189, após a morte do rei Henrique, 
seu pai. Ricardo nunca prestou atenção ao seu reino,
 nem sequer falava a língua inglesa.
Logo após a coroação, e respondendo ao apelo do Papa,
começa a organizar a expedição à Terra Santa
com o intuito de reconquistar Jerusalém, na altura ocupada 
pelas tropas do infiel Saladino.

Sultão Saladino do Egito, Síria, Iraque, Iêmen

Para tal, sacrifica os tesouros reais e sobrecarrega o povo com novos impostos.
Convence Filipe II de França a juntar-se a ele nesta Terceira Cruzada, evitando
assim a ameaça constante dos franceses aos territórios normandos
 

Felipe II da França

Quanto a este monarca francês, se diz que na verdade 
era um amante do inglês.
As aventuras homossexuais do rei inglês Ricardo I eram notórias 
na época sobre seu afair com Felipe II uma crônica da época afirma:
“Comiam os dois todos os dias à mesma mesa e do mesmo prato,
e à noite as suas camas não os separavam.
E o rei da França amava-o como à própria alma”.
 
escudo de Ricardo I - "Coração de Leão"
 
A caminho de Jerusalém , conquista Chipre em 1191,
 e no mesmo ano casa com Berengária, princesa de Navarra.
Nunca deu importância a esta união e nunca teve filhos
pois Ricardo I na verdade; especula se que; era amante do Príncipe Sancho;
futuro Sancho VII de Navarra;
e para manter o nobre como tal teve que casar se com sua irmã,
mesmo tendo outras pretendentes.

Sancho de Navarra

Neste mesmo ano desentende-se com Filipe II de França que o abandona.
Esta separação estaria fortemente ligada
a seu romance com o futuro soberano de Chipre.
Traído, Felipe II deixa a cruzada co Ricardo.
Pouco depois, a expedição chega à Terra Santa,
sem que contudo consiga reconquistar Jerusalém.
Entretanto na Inglaterra seu irmão mais novo, João Sem Terra,
faz correr o boato da morte de Ricardo e usurpa o trono.
Perante estas notícias Ricardo assina um tratado de paz com o sultão Saladino,
que lhe reconhece a posse das cidades costeiras da Palestina
e o livre acesso dos cristãos ao Santo Sepulcro, e regressa a Inglaterra.
 
Ricardo I em batalha
 
Na viagem é feito prisioneiro por Leopoldo da Austria,
vingança feita por insultos de Ricardo a Austria ainda durante a campanha. 
Leopoldo pede um resgate de 150 000 marcos para o libertar,
o equivalente ao dobro da renda anual da coroa inglesa.
O pagamento deste resgate coloca o país na bancarrota
e obriga a muitos impostos adicionais nos anos seguintes.
Ricardo entra em Londres em 16 de março de 1194, aclamado pelo povo,
saturado com o despotismo de João Sem Terra, que se refugia em território francês.
 É coroado rei pela segunda vez, perdoa a seu irmão
e nomeia-o seu sucessor.
Apesar de todo o apoio que lhe foi dado,
Ricardo abandona Inglaterra de novo em 1194,
 para lutar contra os franceses e nunca mais regressou.
Reza a lenda que o rei descobriu que o Visconde de Limoges, seu vassalo,
teria encontrado uma valiosa moeda de ouro nas imediações do castelo.
Como senhor feudal que era, exigiu a entrega da moeda,
o que não aconteceu. Então Ricardo monta cerco ao castelo do Visconde.
Descuidado, combate sem armadura e é ferido no abdómen por uma flecha.
 

Este ferimento provoca gangrena que lhe causa a morte
no dia 6 de Abril de 1199.
O nobre francês que disparou a arma, apesar de ter sido perdoado pelo rei,
 no seu leito de morte, foi executado.
O seu corpo está sepultado na Abadia de Fontevraud, em Anjou (França)
junto de seus pais e sua cunhada Isabella de Angouleme.
 

Ricardo I foi imortalizado como“Coração de Leão”
pela bravura e crueldade demonstradas em combate,
e os seus feitos imortalizados em livros e pinturas.

♦♦♦

˙˙·٠•● "eu sou a lenda ☠ eu nÃo presto" ●•٠·˙˙™


22 de agosto de 2010

Alexandre não era lenda


Alexandre - o Grande

O rei macedônio não era mole não.
A história conta sobre todas as suas conquaistas.
Ele é tido como o maior de todos os conquistadores.

Alexandre, o Grande, iniciou seus primeiros combates, com apenas dezesseis anos
e passou a conquistar o mundo inteiro, conduzindo as suas tropas
das montanhas do norte da Grécia até as montanhas do norte da Índia.
Subjugou todos os adversários no seu caminho, a partir de cidades-estado,
reinos do Norte da África, Ásia Menor e Pérsia.
Sua inflexibilidade em batalha, muitas vezes temperado
pela sua magnanimidade para os vencidos, era lendária.
Mas assim era a sua devoção a seus amigos e companheiros,
 e o amor que ele dividia quase que exclusivamente
com seus pares do sexo masculino a partir de tenra idade.
 
Amores de Alexandre 
 
Alexandre - o Grande
 
Nascido em Agosto de 356 aC, sob o signo de leão,
ele era o produto por excelência de uma cultura patriarcal guerreira,
o paradigma de um mundo dominado pelo sexo masculino
declarou a ele valores masculinos e uma estética quase que totalmente masculina.
Seu tutor aos treze anos de idade na era do filósofo Aristóteles,
que ensinou sobre os excessos, assim como os valores da pederastia,
e que tinha um certo número de homens a quem amava.
Alexandre incorporou esta ética para o resto de sua breve porém vulcânica vida.
No entanto, ele estendeu os limites aceitos de amor masculino antigo.
Não só teve casos amorosos com meninos, mas, acima de todos eles,
foi um homem da sua idade, seu amigo de infância Heféstion o maior amor.
Esta relação se assemelha ao amor gay moderno e tornou-se lendário pela sua paixão.

Heféstion, em escultura macedônica.

O que pode parecer normal hoje, o amor homossexual em tempos antigos
foi desaprovada como uma ameaça à masculinidade e à estrutura da sociedade. 
O amor entre homens adultos e adolescentes foi a única maneira adequada
de dois homens para amar uns aos outros.
Os homens disputavam a ser escolhido pelos meninos como seus amantes
e os rapazes, de preferência, eram educados e levados até a idade adulta por seus amantes.
O amor de Alexandre foi um amor erótico, e que muitas vezes teve seus aspectos sexuais,
mas como apontam vários textos filosóficos,
os homens deviam se abster de penetrar seus meninos.
Embora no mundo de Alexander tenha sido de palácios, poder e paixão,
o ideal pedagógico foi honrado mais na violação do que a observância,
ainda menino permaneceu no foco do afeto entre os homens.
Filipe II pai de Alexander, teve jovens amantes durante toda sua vida.
Sua morte veio muito nas mãos de um vingativo ex-amado, Pausanias,
que havia sido rejeitado pelo rei, por um outro bonito rapaz.

 
Felipe II da Macedônia, pai de Alexandre

Ao contrário de seu pai, o amor entre Alexandre e Heféstion nunca o enfraqueceu.
Alexander viu seu amor como o amor entre Aquiles e Pátroclo,
outro casal antigos que os modernos casais homossexuais
podem olhar como um exemplo de devoção.
Na passagem para a Ásia em seu caminho para a Pérsia,
os dois pararam  nas ruínas de Tróia.
Alexandre fez sacrifícios e ofereceu guirlandas no santuário de Aquiles,
enquanto Heféstion fez o mesmo no santuário de Pátroclo.
Seguindo o costume antigo, Alexandre correu nu em torno do túmulo do herói,
proclamando a sua admiração por Aquiles 
e a sorte de ter na vida um amigo tão fiel.
 
Aquiles e Protoclo

O masculino amor, não cegava os gregos, nem Alexandre,
por atração a mulheres bonitas ele casou-se com Roxane,
uma princesa persa, filha de Oxyartes de Bactria, e teve um filho com ela.
Mais tarde, como o historiador grego-romano Arriano relatou,
Alexandre, em Susa, na Pérsia também teve outra mulher- Barsine, filha mais velha de Dario,
e de acordo com Aristóbulo, teve ainda uma outra, Parysatis, a filha mais nova de Ochlusu.
Seu amor por mulheres, no entanto, pode ter sido adquirido um gosto.
O historiador romano Curtius relata que
"Ele desprezou os prazeres sexuais femininos, de tal forma que Olímpia,
sua mãe, estava ansiosa para que ele fosse incapaz de gerar prole.
Para aguçar seu apetite para sexo, o Rei Felipe e Olímpia tinham Kallixeina,
 uma hetaira Thessalian (uma cortesã profissional) dentro do palácio para ensinar Alexandre 
 e um de seus biógrafos contemporâneos, Eumenes, afirmou que o menino
"nunca esteve à vontade com o sexo feminino."
 
Bagoas da Pérsia

Outro grande amor na vida de Alexandre foi o eunuco Bagoas.
Os dois se conheceram enquanto Alexandre foi a campanha contra o rei persa Dario.
A guerra durou algum tempo, com Dario, finalmente em fuga, abandonado por seus vassalos
e finalmente assassinado por um de seus próprios homens.
A rainha Nabarzenes, esposa de Dario, passou a jurar fidelidade a Alexandre
 e ofertou os dons e riquesa do ex monarca, entre eles um menino muito bonito.
Curtius o descreve como:
"... Bagoas, um eunuco de excepcional beleza e na flor da juventude,
com quem Darius era íntimo e Alexander, passou a ser"
Tempestuoso, de caráter franco  e dotado de aparência deslumbrante
da amizade o amor cresceu entre ele e o rei guerreiro e durou o resto de suas vidas.

o belo Bagoas

Alexandre fez o melhor para seu jovem amado.
Como relata Eumenes, o "rei" Bagoas foi instalado em uma casa fora de Babilônia,
e exigiu que todos os seus oficiais e cortesãos, gregos e persa,s
lhe prestassem honras (para presenteá-lo com ricos presentes).
Eles todos o fizziam, mas o fiél Orsines Sátrapa, certa vez alegou que ele tinha vindo
 "para homenagear os amigos de Alexander, e não sua puta" e que 
 "não era o costume dos persas para ter para sexo no casamento
quem havia sido transformado em mulheres por causa de ser fodido".
Furioso, o jovem Bagoas forjou a "destruição" de Orsines por meio de calúnias sem fim,
estimulando a mente Alexander à raiva, até que o homem foi condenado à morte.
Ainda não satisfeito com sua obra, Bagoas atingiu Orsines
enquanto ele estava sendo levado para a execução.
Orsines virou e levou para casa um insulto final:
"Eu tinha ouvido falar que as mulheres uma vez reinaram na Ásia,
porém, é algo novo,  um eunuco reinar!"
Por Alexander, Bagoas também também foi nomeado como um dos trierarchs,
homens de substância que supervisionaram a construção
da marinha para a viagem de volta a Macedônia.
Esse caso de amor é atestada por muitos historiadores da época,
como Plutarco, que relata um episódio que mostra que o amor entre os dois
era de conhecimento comum entre os soldados, e muito apreciado.
Em um concurso de dança, Bagoas ganhou as honras e foi sentar-se ao lado do rei,
e de tão satisfeitos os macedónios para ele beijar Bagoas,
e não paravam de bater palmas e gritar até que Alexander
o levou em seus braços e o beijou calorosamente "
O episódio é atestado por vários escritores antigos.
 
Alexandre e Heféstion, no filme de Oliver Stone

Este novo amor em nada afetou a profunda devoção que o prendiam a Heféstion,
que era famoso em toda a própria Magna Grécia.
O filósofo cínico Diógenes escreveu a Alexander sobre ele,
repreendendo-o por sua escravização sexua le incidentalmente,
lançando uma luz sobre o tipo de relação sexual preferido pelos homens grego: 
"Se você quer ser kagathos kalos ("belo e bom", a expressão grega para a nobre e ideal),
jogue fora o pano que você tem em sua cabeça e venha até nós.
Mas você não será capaz, por és regidos pelo coxas de Heféstion ".
Seu amor foi desfeito somente a morte de Heféstion
durante as festividades do verão em Ecbátana (na Pérsia) em sua casa a caminho da Índia.
Alexander, que tinha suportado as dificuldades e feridas que teria derrubado um homem menor,
foi totalmente desfeita por esta perda.
É dito que ele estava em cima do corpo de Heféstion por um dia e uma noite
e, finalmente, teve de ser arrastado por seus amigos.
Por outro três dias ele permaneceu mudo, em lágrimas,em jejum.
Quando ele se levantou, ele cortou fora todos os seus cabelos
e ordenou que todos os enfeites na cidade fossem quebrados das paredes
e as crinas e rabos de todos os cavalos tosquiados.
Ele proibiu toda a música na cidade e ordenou ainda a todas as cidades
do império para realizarem rituais de luto.
Então ele mandou enviados para o oráculo de Amon no oásis de Siwah no Egito
para pedir honrra divina para seu amigo morto.
O corpo de Heféstion foi embalsamado e levado para a Babilônia,
onde foi cremado em uma pira.
Mal sabia Alexander que a Babilônia seria seu ponto final também.
Forçado a permanecer na cidade por meio do calor, e a infestação de mosquitos,
ele ficou doente e morreu após um curto tempo.
Foi no ano de 323 aC. Alexandre foi  se com apenas 33 anos de idade. 
 
♦♦♦
 
O maior de todos os generais da história
e por quem eu tenho a maior admiração
Alexandre, o Grande
 
♦♦♦
 
˙˙·٠•● "eu sou a lenda ☠ eu nÃo presto" ●•٠·˙˙™