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11 de janeiro de 2013

Com a palavra: Paulo Anderson

(palavras)

"Maria"


Maria um dia percebeu que todas as outras Marias da sua infância estavam mudando: roupas menores, batons na boca e namoradinhos de cabelo arrepiado. Ela não entedia porque era a única 
Maria de roupas largas e pé no chão.
Maria era serena, ingênua e jogava futebol como nenhum outro João conseguia. Até que um dia 
Maria se apaixonou. Não por Antônio, nem por Pedro e nem por José, mas sim por outra Maria.

Então Maria chorou na frente de seu espelho.
Na igreja, Maria aprendera sobre Adão e Eva e que Jesus não amava Marias como ela.
Ela não entendia por que Deus criaria uma Maria 
tão diferente das outras, uma que não usava 
salto alto e não gostava dos Joãos.
Maria sofreu por amor, raspou sua cabeça, fumou um baseado, deu risada da vida e não baixou a cabeça. Maria um dia me falou sobre amor e de como gostava de outra Maria de cabelos vermelhos.
Hoje ela me diz o quanto não se arrepende de ter amado porque o amor é tudo que nos resta.

O amor é tudo o que nós temos.
E amor é tudo o que sinto por Maria.
Porque entre todas as Marias, 
ela é a Maria da minha vida.

Maria continua acreditando no amor.
Maria continua se apaixonando e caminhando sozinha com seu fone de ouvido.
Maria me faz acreditar que ainda há esperança 
e que as pessoas podem valer a pena.
E enquanto houver alguém que acredite em um mundo melhor, sempre haverá uma Maria.
Mas entre todas as Marias João, Da Graça, De Lurdes, De Fátima, ela é a Maria da minha vida.

Paulo Anderson


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15 de dezembro de 2011

Para saber mais de mim (você)

Olá bloguezim abandonado! Hahahahahahahahaha
Cá estou EU... SIM, sou eu mesmo
seu desleixado/ocupado/distraído/bobo escritor. kkkkkkkkk
Estava eu pelas bandas de outras praças, quando
uma subta vontade de escrever brotou do nada...kkkk
Mentira, esta vontade foi por demais provocada, confeço.

Pois bem, fui dar uma volta, enrolado na minha nada modesta filosofia
e a bordo da minha bola de cristal, falando de...


Para saber mais de mim (você)

Ontem abri meus olhos e vi que havia uma possibilidade de ser quem eu bem quisesse ser.
Pareceu me muito estranho, que daquele modo,
eu pudesse ser descrito de maneira tão real
por um estranho que nunca havia visto antes.
De repente foi um turbilhão de coisas sendo jogadas pra mim que fiquei tonto... fiquei atento... fiquei perplexo... fiquei... Como são estranhas as pessoas... Como pode saber de mim, coisas que eu mesmo não sei descrever ao certo. Ahhh um astrólogo barato de revistas idiotas... Um filósofo brincando com as palavras só pra chamar a minha atenção.
Há algo errado ai, pois fui eu que chamou a atenção primeiro. Fui eu quem respondeu do nada uma pergunta que aquele sujeito fez. Fui eu que o deixei falar. Fui eu mesmo que gostei tanto de sua descrição que logo coloquei no meu perfil. Puxa ele demorou um pouco pra ver o que tinha feito e sabe, fiquei muito feliz quando ele viu.

É loucura isso tudo, é muito louco ficar de indireta em indireta, conversando com um estranho. Confeço que fico esperando pelas mensagens.
Confeço de qosto disso, mas acho meio estranho.

Tenho dúvidas... Medo é a palavra mais certa, mas quando estou ligado na minha tela, parece tão simples, tão bonito e estranho que não sei mais o que pensar. Acho que preciso das minhas amigas pra saber se estou ficando louco.

Ontem eu abri meus olhos e percebi que tinha aprendido algo. Até me distraio com outros malucos, mas na hora que vejo tantas filosofias e humor na minha frente, me dá vontade de saber mais. Não tenho tanta coragem pra isso, aliás acho que não tenho nenhuma. Não sei se é bem isso... não sei nem o por que estou falando tudo isso, mas sei que foi bem legal ter lido coisas sobre mim. Legal ter perguntado coisas e ter recebido respostas.
Legal que isso me fez bem.

Só quero ver o dia que eu descobrir o que há debaixo dessas minha dúvidas... Meu to doido! Como eu posso estar gostando de receber indiretas... chato isso de indiretas, mas legal que elas vem sempre pra mim. Se eu tiver internet hoje, vou querer receber mais para saber mais de mim (você).

para Felipe Albuquerque.

\o/

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30 de setembro de 2011

Adele

(hit do dia)

Estou pronto para falar de Adele.

Adele
Demorei muito para postar algo sobre Adele.
Acho que a voz grave da britânica
só agora tenha entrado forte e de vez
na minha mente, no meu coração.
Ouvi inteiro seu álbum '19' e quase todo o '21' ,
mas de repente 'Someone like you' tomou espaço,
me fez querer cantar novamente, me fez ouvir repetidamente Adele. Fez me apaixonar...
Atrasado ou não; nem me importo;
o fato é que algo acontece comigo
quando escuto sua voz.
Estou apaixonado por esta inglesa.

Adele
'Someone like you'
 
'Never mind, I'll find someone like you
I wish nothing but the best for you, too
Don't forget me, I beg, I remember you said
Sometimes it lasts in love
But sometimes it hurts instead...'
 
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18 de maio de 2011

Oscar Wilde

"cidadãos do mundo do arco-íris"


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Oscar Fingal O'Flahertie Wills Wilde nascido em
16 de Outubro de 1854 em Dublin, na Irlanda.
Morreu em 30 de Novembro de 1900, aos 46 anos,
em Paris, França. Foi escritor.

Wilde foi criado numa família protestante
(convertendo-se a Igreja Católica depois),
estudou na Portora Royal School de Enniskillen
e no Trinity College de Dublin, onde sobressaiu como latinista e helenista. Ganhou depois uma bolsa de estudos para o Magdalen College de Oxford.
Wilde saiu de Oxford em 1878. Um pouco antes havia ganhado o prêmio
"Newdigate" com o poema "Ravenna".
Passou a morar em Londres e começou a ter uma vida social
bastante agitada, sendo logo caracterizado pelas atitudes extravagantes.

Wilde posa como "Dorian" - inspirado.

Foi convidado para ir aos Estados Unidos a fim de dar
uma série de palestras sobre o movimento estético por ele fundado,
o esteticismo, ou dandismo, que defendia,
a partir de fundamentos históricos, o belo como antídoto
para os horrores da sociedade industrial, sendo ele mesmo um dandi.
Em 1883, vai para Paris e entra para o mundo literário local,
o que o leva a abandonar seu movimento estético.
Volta para a Inglaterra e casa-se com Constance Lloyd,
filha de um rico advogado de Dublin, indo morar em Chelsea,
um bairro de artistas londrinos. Com Constance teve dois filhos,
Cyril, em 1885 e Vyvyan, em 1886.
O melhor período intelectual de Oscar Wilde é o que vai de 1887 a 1895.
 

Em 1892, começa uma série de bem sucedidas histórias,
hoje clássicos da dramaturgia britânica:
"O leque de Lady Windermere" (1892),
"Uma mulher sem importância" (1893), "Um marido ideal"
e "A importância de ser fervoroso" (ambas de 1895).
Nesta última, o ar cômico começa pelo título ambíguo:
Earnest, "fervoroso" em inglês, tem o mesmo som de Ernest, nome próprio.
Publica contos como "O Príncipe Feliz" e "O Rouxinol e a Rosa",
que escrevera para os seus filhos, e "O crime de Lord Artur Saville".
O seu único romance foi "O retrato de Dorian Gray".
A situação financeira de Wilde começou a melhorar cada vez mais,
e, com ela, conquista uma fama cada vez maior.
O sucesso literário foi acompanhado de uma vida cada vez mais mundana.
As atitudes tornaram-se cada vez mais excêntricas.


Em Maio de 1895, após três julgamentos, foi condenado
a dois anos de prisão, com trabalhos forçados, por
"cometer atos imorais com diversos rapazes".
Wilde escreveu uma denúncia contra um jovem chamado Bosie,
publicada no livro De Profundis, acusando-o de tê-lo arruinado.
Bosie era o apelido de Lorde Alfred Douglas,
um dos homens de que se suspeitava que Wilde fosse amante.
Foi o pai de Bosie, o Marquês de Queensberry,
que levou Oscar Wilde ao tribunal. No terrível período da prisão,
Wilde redigiu uma longa carta a Douglas.
A imaginação como fruto do amor é uma das armas que Wilde
utiliza para conseguir sobreviver nas condições terríveis da prisão.
Apesar das críticas severas a Douglas, ele ainda alimenta o amor
dentro de si como estratégia de sobrevivência.
A imaginação, a beleza e a arte estão presentes na obra de Wilde.
Após a condenação a vida mudou radicalmente e o
talentoso escritor viu, no cárcere, serem consumidas a saúde e a reputação.
No presídio, o autor de "Salomé" (1893) produziu, entre outros escritos,
"De Profundis", o clássico anarquista, "A alma do homem" sobre o socialismo
e a célebre "Balada do cárcere de Reading".
 Foi libertado em 19 de maio de 1897.
Poucos amigos o esperavam na saída, entre eles o maior, Robert Ross.


Passou a morar em Paris e a usar o pseudônimo Sebastian Melmoth.
As roupas tornaram-se mais simples, e o escritor
morava em um lugar humilde, de apenas dois quartos.
A produtividade literária é pequena. O fato histórico de seu sucesso
ter sido arruinado pelo Lord Alfred Douglas (Bosie)
tornou-lhe ainda mais culto e filosófico, sempre defendendo
"o amor que não ousa dizer o nome", definição sobre a homossexualidade,
como forma de mais perfeita afeição e amor.

túmulo de Oscar Wilde  no cemitério de Père Lachaise em Paris

Oscar Wilde morreu de um violento ataque de meningite
(agravado pelo álcool e pela sífilis) às 9h50min
do dia 30 de novembro de 1900.
Em seu leito de morte Oscar Wilde foi aceito
pela Igreja Católica Romana e Robert Ross, em sua carta
para More Adey (datada de 14 de Dezembro de 1900),
disse: "Ele estava consciente de que havia pessoas presentes, e levantou sua mão quando pedi, mostrando entendimento.
Ele apertou nossas mãos. Eu então fui enviado em busca de um padre, e depois de grande dificuldade encontrei o Padre Cuthbert Dunne,
que foi comigo e administrou o Batismo e a Extrema Unção" -
Oscar não pode tomar a Eucaristia.
Wilde foi enterrado no Cemitério de Bagneux fora de Paris,
porém mais tarde foi movido para o Cemitério de Père Lachaise em Paris.
Sua tumba em Père Lachaise foi feita pelo escultor Sir Jacob Epstein, a requisição de Robert Ross, que também pediu um pequeno compartimento
para seus próprios restos.
Seus restos foram transferidos para a tumba em 1950.

poster do filme mais rescente inspirado na obrta de Wilde:
"O Retrato de Dorian Gray"
Em seu único romance, "O Retrato de Dorian Gray",
considerado por críticos como obra-prima da literatura inglesa,
Oscar Wilde trata da arte, da vaidade e das manipulações humanas.
Já em várias de suas novelas como, por exemplo, "O Fantasma de Cantervill", Wilde critica o patriotismo da sociedade. Em seus contos infantis
preocupou-se em deixar lições de moral através do uso de linguagem simples.
"O Filho da Estrela, é exemplo disso.
No teatro, escreveu nove dramas, muitos ainda encenados até hoje.
Wilde destacou-se como poeta, principalmente na juventude.
"Rosa Mystica", "Flores de Ouro" são alguns trabalhos
conhecidos nesse campo.
Wilde foi um mestre em criar frases,
marcadas por ironia, sarcasmo e cinismo.

♦♦♦♦

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19 de novembro de 2010

Poesia para o nome dele.


Poesia para o nome dele.


Felipe

Esta poesia é feita do desejo que insiste
e para todo novo arrepio trará brisas poéticas sempre.
É como o tempo, passageiro em contar estórias marcantes
é para o tempo ainda por vir, que contará estóias de nos dois.

Poesia é mais que sonhos.
Poesia é bem mais que estórias.
Poesia é sentimento puro, alma, vida e nada mais.

É como canção para lábios famintos
é para toda fome,
gosto de saudades sempre...de você, de nos dois.
Poesia é mais que verdade, que vaidade...é amor.
Poesia hoje é você e nada mais.

É como falar do amor que leva a dor embora
é para todo o sangue que circula,
as milhões de batidas do meu coração.

Poesia é mais que palavras ditas.
Poesia é bem mais que desejo.
Poesia é puro amor e nada mais.

É eterna como alma repleta.
É para a eternidade vibrar, eternizar... falar,
é tudo que tenho escrito para você.

Poesia não é mais que carinho.
Poesia é mais que um simples nome.
Poesia é o teu e nada mais.

ブ ραulσ frαηcσ ノ

para Felipe com amor.

♥♥♥

˙˙·٠• "eu sou a lenda eu nÃo presto" •٠·˙˙™

24 de outubro de 2010

Atualizando "Goodbye Yellow Brick Road"

"Atualizando" é um quadro do blog em que eu subverto a letra de
uma música, dando a ela um sentido mais próximo ao que estou pensando no momento.
As músicas sempre vieram ao acaso, dependendo sempre de como estava.
"Atualizando" estava meio esquecido... estava.


"Goodbye Yellow Brick Road"
Elton John & Bernie Taupin


"Adeus estrada dos tijolos amarelos"

Quando você vai descer?
Quando você vai aterrissar?
Eu devia ter permanecido no meu canto,
Devia ter ouvido os conselhos...

Você sabe que não pode segurar ninguem,
Não assinariam contrato com você como também não assinei.
Jamais fui um presente para seus amigos abrirem,
Esta pessoa aqui não nasceu para cantar blues.

Então goodbye, estrada dos tijolos amarelos,
Onde os cães da sociedade uivam.
Você nunca me plantantou na sua mente,
Voltei para o meu canto.

De volta para a velha cabana,
Alimentando meus sonhos e planos.
Eu finalmente decidi que o meu futuro está
Além da estrada dos tijolos amarelos.

Como você pensa que será então?
Eu aposto que derrubará seu avião.
Vais precisar de um pouco mais de vodka
Para tentar ajuda para se recuperar novamente...

Talvez você consiga um substituto,
Existem muitos por ai como eu para serem encontrados,
Vira-latas sem dono,
Fuçando por petiscos como você pelo chão.
 
♦♦♦
 
Beyond the yellow brick road
 
♦♦♦
 
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