˙˙·٠•● eu sou a lenda ☠ eu (r)existo ●•٠·˙˙™ - UM POUCO MAIS!

18 de julho de 2008

Dschinghis Kan e as torkeiras deliciosas da vida...


Os anos 70 sem dúvidas nenhuma foram a runião de toda misselânea musical do século 20.
O que parecia inevitável, aconteceu, depois da quebra do Rock após a dissolução dos Beatles.
Depois da queda dos paradgmas criadas pelo quarteto de Liverpool a sintese de "Icone Pop" tornou se marca.
Mesmo o rock teve que se reciclar, dando origem a inúmeras vertentes.
Alcançar a fama instantânea atravez da música foi o feito de muitos grupos ou artistas da época.
Muito poucos ainda continuam em forma ou ativos no cenário da música atualmente.

Eleger um nome que sintetize essa era pode parecer fácil se levarmos em canta apenas os números de vendas ou hits nas paradas.
Eis alguns que ocupam o posto de "icone pop dos 70":

Elton John - o artista solo de maior sucesso de todos os tempos e ainda no topo.
ABBA - a banda sueca só menos popular no mundo que os Beatles.
Bee Gees - reis da disco, os australianos não estão mais juntos pela morte de um de seus integrantes.
Queen - os britanicos capitaneados por Freddye Mercury talvez tenha dado origem ao pop-rock
...e mais um trilhão de nomes com carreira média, um disco ou ainda uma só música.
Falei aqui se talvez seria fácil nomear, mas absolutamente não é tamanha é a gama de nomes e fãns pelo globo.
Pois bem, foi numa dessas viagens pela net que encontrei me pela primeira vez com um desses fenomenos pop dos 70.
Apaixonei me por o que eu mesmo nomemei como "Toskeira Deliciosa".
O nome? rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsr

Dschinghis Khan

Os videos, paródias e criações pra lá de criativas estão nos YouTubes da vida pra deliciar todos aqueles que curtema música sem muitas pretenções de ser sectário nem elitista.

uma dica... xereta ai e d.i.v.i.r.t.a - s.e


Dschinghis Khan foi uma banda pop alemã criada em 1979 para competir no Festival Eurovisão da Canção. O nome da banda é a pronúncia alemã de Genghis Khan, e foi escolhido para combinar com a música de mesmo nome, escrita e produzida por Ralph Siegel, com letra de Bernd Meinunger. Apareceram com o peso da Disco Boom, e, com isso, alcançaram popularidade no mundo todo, especialmente na Europa, Rússia e Japão. Suas músicas falavam geralmente de figuras históricas ou locais com culturas exóticas.
O grupo terminou no meio da década de 80, mas voltou recentemente por causa da popularidade do grupo na Internet.
A formação original era composta pelos integrantes Steve Bender (1942-2006), Wolfgan Heichel, Henriette Heichel, Leslie Mándoki, Edina Pop e Louis Hendrik Potgieter (1951-1993). A nova formação da banda contou com Stefan Track substituindo Potgiester como o personagem de Khan. Eles voltaram com uma apresentação no Olympiyski Arena, em Moscou, no dia 17 de outubro de 2005. No dia 7 de maio de 2006, Steve Bender (conhecido como o "careca" do grupo) morreu de câncer. A partir daí, o atual estado da banda é desconhecido.

Obtido em
"http://pt.wikipedia.org/wiki/Dschinghis_Khan"


é isso ai
˙˙·٠•● "eU sOu a LeNdA ☠ eU nÃo PrEsTo" ●•٠·˙˙

16 de julho de 2008

coisa de quem tem muito o que fazer, mas também surta...rsssssss

foto montagem: Paulo Franco
Rei do Reino Unido... isso é que é surto...rssss




foto montagem: Paulo Franco
eU...Bin Laden? owwwwwwww



foto montagem: Paulo Franco
Salve Jorge!

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Ensaio sobre a cegueira

Detonautas Roque Clube


Onde não se pode mais encontrar um coração, me provoca o teu desprezo com um pouco de atenção. A mentira que te cerca é mais normal do que se crê, Entre a sua liberdade o meu direito de viver. Tente imaginar, tente imaginar... nos dois. Tente imaginar, tente imaginar... depois. E não confundir, ódio com diversão. Medo com paz. E não confundir, ódio com diversão,afinal não estamos sós.
Onde não se pode mais encontrar o coração,me provoca o teu desprezo com um pouco de atenção. A mentira que te cerca é mais normal do que se crê. Entre sua liberdade o meu direito de viver.
Tente imaginar, tente imaginar... depois. Tente imaginar, tente imaginar... nos dois.
E não confundir, odeio com diversão. Medo com paz. E não confundir, ódio com diversão. Afinal não estamos sós.


''Jovens sem nenhuma utopia,caminham tensos pelas ruas de suas casas velhas, sem nenhuma luz. Sem nenhuma luz de Fernando Pessoa. Fechados nas sexuais telas da impotência, se masturbam contemplando corpos em decomposição. Morte da minha fé, onde estavam o beija- flor e o arco- íris, Na hora do nascimento destas criaturas. Quantas gostas de flor restam pros corredores de céus de vossas bocas, Quais noites clamam por vossos nomes. Eu entrando na virtuosa idade, eles entrando em idade nenhuma. Os filhos da morte burra, cheiram o branco pó da anemia. Esqueceram que um dia tocaram na poesia da transgressão,em pleno frente se suas esquecidas mães. Esqueceram de colar o ouvido ao chão, para ouvir as ternas batidas do coração das borboletas. Os filhos da morte burra, jamais levanta uma folha para conhecer o labor dos insetos. Jamais erguem taças ao luar, para brindar a vigorosa lua. Os filhos da morte burra, desconhecem ou jamais ouviram falar em iluminação. Apenas abrem a boca para vomitar''


E não confundir ...Ódio com diversão. Medo com paz. E não confundir...Ódio com diversão,afinal não estamos sós.

13 de julho de 2008

...nada mais que a imagem...







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foto: Paulo Franco

«· ραulσ ☆ frαηcσ ·»
█║▌│║▌║▌│█│▌║│█║█║│▌║│█║▌║│█║█║│▌║│█║▌║│█║▌
"Mi dispiace devo andare via
Ma sapevo ch'era una bugia
Quanto tempo perso dietro a lui
Che promette poi non cambia mai
Strani amori..."
「☠」____________________________________
Não uso relógio.
Eu decido que horas são!
Não bebo alcool. Bebo nitrogênio líquido com limão!
Se eu me atrasar, é melhor o tempo andar mais devagar!
Quando tiro par ou impar com o espelho, peço ímpar e ganho!
Refiro-me a mim mesmo na quarta pessoa!
Já contei até o infinito duas vezes!
Só passo as noites com a luz acesa. O escuro tem medo de mim!
O MAIS IMPORTANTE: neM semPre aS suAs oRdenS falow

24 de junho de 2008

Ta dominando meus ouvidos...uhuuuuuuuuuu!

capa do cd dos Detonautas...novin...2008


LÓGICA



Te encontrar em sonhos


Dividir segredos


Relembrar os planos


Enfrentar os medos...E cuidar desse amor que nasceu de ti



Te encontrar num sonho bom


Dividir segredos meus


Relembrar os planos...E cuidar desse amor



Que eu encontre uma lógica


Que me ensine os caminhos do mundo


Que eu descubra uma mágica


Que te traga pra perto de mim



Se eu não vou julgar...O que é o certo e o que não


Eu não vou julgar...O que é o certo e o que não



Em lágrimas, mas não vou te deixar



Te encontrar num sonho bom


Dividir segredos meus


Relembrar os planos...E cuidar desse amor






˙˙·٠•● "eU sOu a LeNdA ☠ eU nÃo PrEsTo" ●•٠·˙˙

Sentir é bom

foto montagem: Paulo Franco
Sentir é bom...

(por Alexandre Pelegi)

A gente sente medo, calor, atração, ciúme, inveja.... E aprendemos que em cada sentimento devemos pendurar uma etiqueta de valor: alguns são bons, outros ruins; alguns nos fazem bem, outros nos causam mal estar; alguns nos ajudam a crescer, outros nos fazem estacionar...
Ora, sentir qualquer coisa deveria ser sempre bom. É a febre da alma: purga nossos males, combate as coisas ruins que carregamos, que nos entorpecem e intoxicam. O que demoramos a perceber é que todo sentimento é solitário, por mais que o queiramos solidário. O que sinto só eu sei o que é, pois resulta do que sou. Como posso saber o que o outro sente?
Posso sentir compaixão, amor, culpa, medo... mas sinto do meu jeito. Não acho possível compartilhar tais sensações; posso, isso sim, sentir coisas que me levem a ficar próximo de outra pessoa. É a atração, física ou espiritual, que aproxima as pessoas, pois nos descobrimos, desde pequenos, seres incompletos, a viver neste mundo à cata de um pedaço perdido.
Nascemos, todos, com uma peça a menos... Percebemos desde cedo o significado lúdico da lenda bíblica de Adão: alguém no mundo carrega uma de nossas costelas, ou, quiçá, andamos por este mundo a envergar a costela de outrem... Mas a vida não é simples como gostaríamos e, ao invés da dualidade a que nos acostumamos a enxergar o mundo, cada um de nós se percebe dividido e espalhado em várias outras pessoas. Em cada - e de cada - um recolhemos e identificamos pedaços de nossa identidade.
Sim, é isso mesmo: identidade. Viemos ao mundo para descobrir quem somos, e para quê servimos. Sentir é a primeira expressão dessa descoberta maravilhosa. Sinta amor, sinta medo, sinta fé e paixão, inveja ou ciúme, não importa. Sentir é estar vivo. E viver é maravilhoso quando não renegamos o que somos, nem recusamos o que precisamos vir a ser...

Reflexões me fazem sentir coisa que gosto e alimentar desejos...

˙˙·٠•● "eU sOu a LeNdA ☠ eU nÃo PrEsTo" ●•٠·˙˙


23 de fevereiro de 2008

the joe phillips colection

Joe Phillips

Catunista americano, Joe é um dos maiores nomes do cartum contemporâneo.
Retratando o mundo gay com poesia, ele consegue transformar momentos cotidianos
em expressões de pura leveza e beleza.

Para conferir todo o portifólio de Joe... www.joephillips.com

Aki... uma pequena mas bela amostra.




















LINDO NÉ!
Flw


24 de janeiro de 2008

Muito mais que um simples ídolo pop!

Elton John

Nome completo: Reginald Kenneth Dwight
Data de nascimento: 25 de Março de 1947 (60 anos)
País: Reino Unido
Origem(ns): Londres, Inglaterra
Gênero(s): Pop, pop Rock, jazz e blues
Período em atividade: 1969 - atualmente


Elton Hercules John, nascido Reginald Kenneth Dwight, (Grande Londres, 25 de março de 1947) é um dos mais importantes cantores, compositores e músicos do Reino Unido.
Biografia
Seu nome artistico advem de dois integrantes de sua antiga banda, bluesology Elton Dean (saxofonista) e Long John Baldry (lider da banda).
Nascido no subúrbio de Pinner, Middlesex, estudou na Pinner County Grammar School e ganhou uma bolsa escolar aos onze anos de idade para a Royal Academy of Music.
A carreira de Elton John atravessa a quarta década de ininterrupto sucesso. Nos anos setenta, época que muitos consideram como sendo o auge de sua carreira (foi considerado o segundo artista mais importante dessa década, superado apenas por Paul McCartney), já podia ser considerado como um dos maiores astros pop do planeta.
Ainda na adolescência, integrou o grupo de blues Bluesology. Em 1967 estabeleceu parceria com o letrista Bernie Taupin, com o qual lançou grande parte de sua obra musical, mantendo-se a parceira até os dias de hoje.
Apesar de ter lançado o disco Empty Sky em 1969, que não trazia em seu repertório algum imediato sucesso , a guinada de sua carreira ocorreu com o lançamento do disco Elton John, de 1970, que o lançou como cantor de sucesso nos Estados Unidos e trouxe ao público um de seus maiores sucessos, a canção "Your Song".
Dentre seus discos de maior sucesso, destacam-se Goodbye Yellow Brick Road (1973) e Captain Fantastic and The Brown Dirt Cowboy, este último de 1975. São também os seus discos mais bem colocados no ranking de melhores discos do século XX elaborado pela revista Rolling Stone.
Além de Bernie Taupin, outros letristas trabalharam com Elton, entre os quais Gary Osborne e Tim Rice. Enquanto a parceria com o primeiro está presente nos discos A Single Man, 21 at 33, The Fox, Jump Up! e Leather Jackets, o trabalho com o segundo, iniciada com a música Legal Boys, de 1982, resultou anos depois na soundtrack dos filmes O Rei Leão (1994), com a qual Elton ganhou o Oscar de melhor trilha sonora, e O Caminho Para Eldorado (2001).
É o único artista que até hoje conseguiu obter seis lançamentos consecutivos no primeiro lugar da Billboard, sendo detentor, ademais, do recorde de single de maior vendagem da história, com a adaptação feita em 1997 da canção Candle in the Wind, em homenagem à amiga pessoal, Princesa Diana, totalizando um total de quarenta milhões de cópias vendidas.
Elton John manteve-se em evidência na década de 1980, época em que lançou um álbum inédito por ano, levando ao público hits como I Guess That's Why They Call It The Blues, I'm Still Standing, Sacrifice, Nikita e diversos outros. Apesar de ter declarado sua bissexualidade em 1976, em entrevista à revista Rolling Stone, casou-se com a engenheira de som Renate Blauel em 1984, tendo a união se dissolvido em 1988. Em 2005 celebrou contrato de parceria civil com David Furnish, com o qual vive desde meados da década de 1990.
Embora tenha diminuído o ritmo de lançamento de novos discos, Elton John permaneceu em evidência na década de 1990, lançando canções de sucesso como Can You Feel The Love Tonight, The One, Something About The Way You Look Tonight, Blessed. É considerado um dos maiores e mais influentes artistas da atualidade, lançando novos trabalhos regularmente. Nos últimos anos compôs os musicais Billy Eliot e Lestat, que ficaram em cartaz na Broadway.
É filantropo: participou do Live Aid de 1985, ao lado de artistas como David Bowie, Sting, Phil Collins, entre outros, além de manter uma fundação para combate da Aids, tida como a maior do mundo no gênero, criada em 1992.No mesmo ano,se apresentou junto com o Guns N' Roses no Video Music Awards 92.
Elton sempre teve o sonho de ser dono de uma equipe de futebol pelo qual torcia, o Watford FC, tendo realizado esse projeto em 1976, quando então o clube figurava na série B da Liga Inglesa. Injetou recursos para contratações, levando a equipa até a primeira divisão. Vendeu-a em 1987. Também ajuda um clube de futebol da Austrália. É dono de um restaurante em Hollywood.
Em 1992, Elton cantou com o Queen a música "The Show Must Go On" no Freddie Mercury Tribute Concert. Ele cantou neste mesmo concerto em homenagem ao Freddie Mercury, a música Bohemian Rhapsody, junto com Axl Rose e os integrantes restantes do Queen.
Em 2007, Elton John comemorou o seu aniversário de 60 anos realizando o seu sexagésimo show no Madison Square Garden, em Nova York. O discurso de abertura do espetáculo foi feito pelo ex-presidente dos Estados Unidos da América, Bill Clinton.
Discografia
1969 Empty Sky
1970 Elton John (álbum)
1971 Tumbleweed Connection
1971 Friends
1971 11-17-70
1971 Madman Across The Water
1972 Honky Château
1973 Don't Shoot Me I'm Only The Piano Player
1973 Goodbye Yellow Brick Road
1974 Caribou
1974 Elton John's Greatest Hits Volume I
1975 Captain Fantastic and the Brown Dirt Cowboy
1975 Rock Of The Westies
1976 Here and There
1976 Blue Moves
1977 Elton John's Greatest Hits - Volume II
1978 A Single Man
1979 Victim of Love
1980 Lady Samantha
1980 21 At 33
1981 The Fox
1982 Jump Up!
1983 Too Low for Zero
1984 Breaking Hearts
1985 Ice on Fire
1986 Leather Jackets
1987 Live in Australia
1987 Greatest Hits Vol. 3 (1979-1986)
1988 Reg Strikes Back
1989 The Complete Thom Bell Sessions
1989 Sleeping With the Past
1990 The Very Best of Elton John
1990 To Be Continued... (Box Set)
1992 The One 1992 Rare Masters
1993 Duets
1993 Greatest Hits 1976-1986
1994 The Lion King Soundtrack
1994 Reg Dwight Piano Goes Pop
1995 Made in England
1995 Love Songs
1997 The Big Picture
1999 Elton John and Tim Rice's Aida
2000 One Night Only
2000 The Road To El Dorado
2001 Songs from the West Coast
2002 The Greatest Hits 1970-2002
2004 Peachtree Road
2006 The Captain and the Kid
2007 Rocket Man - The Definitive Hits

No Brasil
A única vez que Elton se apresentou no Brasil foi durante a turnê do álbum Made In England, em 1995, ocasião em que se apresentou tanto em São Paulo (9 de novembro) quanto no Rio de Janeiro (11 de novembro). Sua vinda em 1992, pela turnê do álbum The One, foi cancelada após a abertura das vendas dos ingressos. Após sucessivos cancelamentos de um eventual show a ser realizado gratuitamente na Praia de Copacabana, Rio de Janeiro, sua vinda é esperada para março de 2008, data divulgada pela imprensa. Elton John ia fazer o show da virada do ano em 2006 aqui no Brasil mais foi cancelado e no seu lugar que fez o show da virada do ano foi a Rita Lee.

3 de janeiro de 2008

Para Dinho... sobre meu último post...

Meu primeiro post de 2008 é um agradecimento...
Serve como resposta para um visitante que comentou a matéria anterior que publiquei...

"Caro Dinho...
Você certamente é muito observador. Tenho certeza que achou interessante os artigos que postei. Pois bem... Seus conhecidos podem sim estar inseridos nos quadros descritos pelos cientistas citados. Sendo homens, poderiam ser "Peter Pan" sim.
Mas o fato de trabalharem na mesma empresa que vc, já os tiram dos quadros patológicos estudados.
A síndrome de Peter Pan refere se em abrangência a homens de várias faixas etárias. O fato de terem mais de 40 anos; como disse; ou de não crescerem, não quer dizer que tenham uma das patologias.
É sabido que nos dias de hoje, a corrida por uma aparência saudável e jovem atrai não só as mulheres.
Homens; principalmente os da faixa entre 35 e 45 anos; cada vez mais desfrutam dos mecanismos de beleza pra manter a forma ou aparência jovial. Isso não qualifica como portador da síndrome, ainda mais se forem gays.
O cientista e escritor americano ,dono da tese, trata de indivíduos dependentes sócio-psicológicos, que não formam uma identidade clara nem um espaço real de independência financeira. O fato de seus conhecidos trabalharem já os tiram disso.
Enfim, como tenho certeza que você se identificou com a matéria, agradeço mais uma vez a vista e pelo comentário.
Fique atento pois logo logo postarei nova matéria que falará sobre indivíduos imersos no triste quadro de "analfabetismo funcional".
Forte abraço.
Paulo Franco

2 de dezembro de 2007

Voce já vestiu seu personagem hoje?


Uma frenética necessidade de nunca crescer

Contos de fadas sempre fizeram parte do imaginário coletivo, mas nunca estiveram tão presente no dia a dia das pessoas. Enquanto algumas mulheres insistem no Complexo de Cinderela e os homens assimilam a Síndrome de Peter Pan, entre os gays surge uma noca vertente: A Sindrome de Hello Kit.

Pra começar: quem é Peter Pan? O personagem é um rapaz que se recusa a crescer e passa a vida tendo aventuras... A temática da história gira em torno do não crescimento de Peter, que quer ser criança para sempre, afim de evitar as responsabilidades da vida adulta. Não demorou para os psiquiatras batizarem um distúrbio como Síndrome de Peter Pan. O termo começou a ser adotado pelos especialistas para descrever um adulto que receia os comprometimentos e se recusa a agir conforme sua idade. Quem vive a realidade da síndrome, foge a qualquer adversidade, não tem capacidade de adaptação, não consegue se casar, e se conseguir, torna-se um péssimo pai ou mãe, chegando a abandonar os filhos, não aguentam transito, nem excesso de trabalho.

De acordo com o psicólogo americano Dan Kiley, autor do best seller "A Síndrome de Peter Pan e Dilema de Wendy", o problema surge quando a pessoa se recusa a crescer depois de um tempo e vive num mundo de conto de fadas, como se fosse uma eterna criança, fugindo de responsabilidades, querendo ser mais jovem do que realmente é e curtindo a vida, literalmente, numa boa."
A tal da síndrome realmente parece estar na moda, já que surge uma nova corrente que afirma que os gays já tem a sua. Só olharmos para o lado ou para os orkuts da vida e vemos tipinhos que agem esconendo se em torno de pseudônimos e agindo como adolescentes (sendo ou não), dedicam horas a academia, adiam o casamento, nunca param num emprego ou sequer trabalham e escondem a idade a sete chaves!", afirma a professora de ensino médio Eliana Nunes, que acredita que este mal acomete tanto a homens quanto a mulheres nos tempos de hoje.
Segundo a psicóloga Esther Villa existe uma grande falta de maturidade nessa turma que insiste em viver na Terra do Nunca.Cultuando ícones, transformando fantasias em realidade virtual, mesmo que nunca possa ser verdade.
"Estas pessoas são desequilibradas emocionalmente porque não aceitam aquilo que é real. Fingem ser reais e na verdade apenas omitem seus verdadeiros medos. Aqueles que sofrem da síndrome resistem para não se responsabilizar por atos e geralmente têm vínculos passageiros", afirma Esther. Mas será que este problema é predominantemente hetero? Para a psicóloga atinge na maioria, porém ela alerta para uma outra atitude comum entre os gays - "O problema dos gays está mais ligado à vaidade. Eles não querem envelhecer. Eles temem aparentar quem realmente são e ficam num culto ao corpo e beleza sem fim". E completa: "Podemos retardar um pouco o envelhecimento, mas não podemos fugir dele. É inevitável.
Esconder se num mundo fictício apenas deixa a pessoa mais vulnerável e sozinha. Quando ela se depara com outros que veem sua fragilidade, espurgam os do meio como um inimigo. A sindrome de Hello Kitt esta pra mostrar que gays e lésbicas embarcam num jogo perigoso, pois inibe a pessoa a um mundo de fantasia e sonho, que a impede de viver o real.
É comum encontrar aqueles que nunca conseguem um relacionamento estável, pois passado o tempo, seus personagens interagem na relação, causando conflitos sem fim. Parceiros e parceiras insatisfeitas batem asas. Resultado disso... novos personagens pra buscar novos e novas companias". Um círculo vicioso afirma a pesquisadora.
Se você não faz parte destas estatísticas, então atenção, porque o excesso de mimo com seu filho pode torná-lo um futuro Peter Pan. "Mães que superprotegem os filhos, mimam e os enchem de cuidados não os deixando ter preocupações e problemas estão criando sim futuras vítimas da síndrome de Peter Pan, conclui Esther.
Cuidado.

1 de dezembro de 2007

H.G.Wells



Herbert George Wells

(1866 - 1942)


Escritor Ingles mais conhecido como HG Wells é considerado o pai da ficção moderna. Suas óbras tratam de assuntos atualíssimos mesmo sendo um autor do inicio do século 20.Wells abordou temas incompreensíveis pra sua época como viagem no tempo, clonagem e corrrida espacial. Das óbras de H.G. Wells, as mais notáveis e certamente best sellers são:
A Máquina do Tempo (1895), A Ilha do Doutor Moreau (1896) e O Homem Invisível (1897) – notem, livros lançados com intervalo de um ano cada e ainda assim prodígios de imaginação e qualidade.Guerra dos Mundos, considerada por muitos sua obra máxima, é de 1898, e há uns dois ou três anos foi adaptada para o cinema por Steven Spielberg com Tom Cruise no elenco. Foi esse mesmo texto que, dramatizado pelo rádio por Orson Welles (não são parentes) para uma transmissão pela Rádio Mercury Theatre em 1938, provocou pânico em alguns desavisados moscões que ouviram a transmissão pela metade, sem o aviso inicial de que se tratava de uma encenação, e pensaram que a Terra estava realmente sendo invadida. Ah, sim, uma última curiosidade legada ao cinema: H.G. Wells foi vivido por Malcolm McDowell em um filme dos anos 1970 chamado Um Século em 43 Minutos, que usava o tema da Máquina do Tempo para transportar o próprio escritor ao tempo presente (o ano de 1979) para caçar um amigo que se revelara Jack, o Estripador. Destas óbras, todas tornaram se clássicos de Hollywood.
Das que mais gosto... bem..TODAS... mas vou trancrever as que acho mais fantásticas e atuais...Vamos lá...

A Ilha do Doutor Moreau - por H. G. Wells

uma crítica de Alexandre Beluco

publicada em 10.05.2002
republicada em 24.10.2003

A Ilha do Doutor Moreau foi escrita em 1896 por H.G. Wells, que é apontado como um dos pais da moderna ficção científica. A história é de uma atualidade atroz, na medida em que hoje em dia temas como clonagem ou manipulação genética circulam diariamente em jornais de todo o mundo. Entretanto, talvez o cerne da estória não esteja em questões tecnológicas, mas no próprio ser humano. A estória é contada por Edward Prendick que, depois de se ver náufrago, é resgatado por um passageiro renegado em um barco estranho. Esse passageiro, Montgomery, tem um amigo que não parece humano e traz uma carga bastante numerosa de animais. E Prendick se vê forçado a desembarcar quando Montgomery chega em seu objetivo, uma ilha perdida no oceano Pacífico.Na ilha, Prendick conhece o doutor Moreau, para quem Montgomery trabalha. Eles se isolaram do mundo para desenvolver um trabalho científico bastante duvidoso... recriar a forma humana a partir da remodelagem física de animais, um processo de vivissecção, e a partir da dor provocada trazer à tona a humanidade que fosse possível extrair dessas criaturas.Desse modo, desfilam pela ilha criaturas as mais diversas, como homens-porcos, homens-hienas, homens-cães e assim por diante. Alguns mostraram-se mais dóceis e, naturalmente, acompanham o mestre. Outros, foram deixados à sua própria sorte e vivem pela ilha em pequenos grupos, segundo uma lei ditada pelo próprio Moreau e na qual ele deve ser idolatrado como uma deidade.É claro que Prendick sentiu-se ameaçado, como também é claro que sua chegada provocou o início de uma rebelião entre os habitantes da ilha. Mas a catástrofe maior talvez tenha surgido pelo desejo de Moreau de se superar... Quando conseguiu fugir da ilha, Prendick não associou as experiências que viveu aos resultados dos experimentos de Moreau, mas aos potenciais negativos da humanidade. Tornou-se recluso e amante da ciência. Parece não ter deixado descendência.A estória mostra aspectos interessantes da natureza humana. De um lado, Moreau, que se isolou do mundo para dar vazão ao seu potencial criador e investigativo. E o fez com um ímpeto invejável. De outro lado, as suas criaturas, que mantêm suas características inatas pela doutrina rígida que devem seguir e que foi imposta por Moreau. Entre ambos, Montgomery e Prendick, um que largou tudo porque certamente se apaixonou pelas idéias que o intelecto de Moreau poderia tornar possíveis e o outro uma testemunha indesejável, esforçando-se por sobreviver.Em um primeiro momento a estória parece querer alertar para os possíveis problemas surgidos com a má condução de experimentos científicos. Mas a ênfase está centrada demais nas criaturas e em seu comportamento, parecendo querer mostrar como o homem pode ser mau e como é necessário uma mão firme para controlá-lo. Essa pode ser a causa da pequena repercussão dessa estória em comparação com outras da obra de Wells (como O Homem Invisível ou A Máquina do Tempo).No Brasil, são raras as versões integrais desta estória. Entretanto é comum versões recontadas fazerem parte de coleções para o público adolescente, como é o caso desta versão publicada pela Ediouro. Mas nenhuma edição parece dar respeito à estória sobre as loucuras de Moreau. Há alguns anos, quase como que em lembrança pelos seus cem anos, uma versão cinematográfica contou com a presença de Marlon Brando no papel de Doutor Moreau e incluía um romance entre Prendick e uma das criaturas da ilha.Mas tanto as versões recontadas quanto a versão cinematográfica parecem sofrer um esquecimento crônico. Como se essa história não merecesse ser lembrada. Talvez por lidar com imagens fortes, de homens-animais... ou talvez por trazer à tona questões realmente importantes, que exigem coragem e clareza de pensamento para serem abordadas. Enfim, a literatura mundial parece aguardar um desfecho para a estória das criaturas deixadas por Moreau em uma ilha do oceano Pacífico... será que elas, deixadas para viverem por si, retornaram mesmo à sua forma original? Será que elas não evoluíram para outra forma? Não haveria estrutura social que elas poderiam assumir e que fosse uma estrutura híbrida, intermediária entre as sociedades humanas e animais? Ou talvez aguarde uma nova versão, agora com um final feliz.

Nossos mundos em guerra - A Gerra dos mundos - por H.G.Wells

Durante toda a noite, os marcianos martelaram e trabalharam, alertas, infatigáveis, preparando suas máquinas. De quando em quando uma nuvem de fumaça branco-esverdeada subia em direção ao céu estrelado.Por volta das onze um destacamento de soldados chegou de Horsell e formou um cordão em torno do campo. Mais tarde, um segundo destacamento cruzou Chobham e se postou no lado norte do terreno. Vários oficiais do quartel de Inkerman já haviam patrulhado o campo horas antes, e um deles, o major Eden, estava desaparecido. O coronel do regimento foi à ponte de Chobham e interrogou a multidão à meia-noite. As autoridades militares certamente compreenderam a seriedade do que se passava. Por volta das onze, segundo relataram os jornais da manhã seguinte, um esquadrão de hussardos, duas Maxims e cerca de quatrocentos homens do regimento de Cardigan partiram de Aldershot. Segundos depois da meia-noite a multidão na estrada de Chertsey, em Woking, viu uma estrela descer do céu e cair na floresta de pinheiros a noroeste. Tinha uma cor esverdeada e causou um clarão silencioso semelhante a um relâmpago de verão. Era o segundo cilindro...

O trecho acima é do magistral Guerra dos Mundos, ficção científica escrita no século 19 (embora o estilo elegante e ao mesmo tempo delicioso do texto não denuncie nenhuma sensação de prosa datada)