
˙˙·٠•● eu sou a lenda ☠ eu (r)existo ●•٠·˙˙™ - UM POUCO MAIS!
17 de agosto de 2008
˙˙·٠•● " pAuLiStA " ●•٠·˙˙

15 de agosto de 2008
"Os homens da minha vida."
"Não há explicação para relações afins. Talvez por alguma memória remota gravada em algum canto desta minha cabeça, certos homens; mitos ou lendas; norteiam meu imaginário. espelhos talvez..."
Quando à beira da morte, Alexandre convocou os seus Generais e relatou seus 3 últimos desejos:
1 -) Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;
Um dos seus Generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões.
1 -) Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;
Em 1348 Eduardo III fundou a Ordem dos Cavaleiros de São Jorge.
mito sm. 1. Narrativa com base nas crenças populares dos tempos fabulosos, pagãos ou heróicos. 2. Coisa ou pessoa fictícia, irreal.
dicionário Aurélio
mito + afinidade = ブ ραulσσ ノ
˙˙·٠•● "eU sOu a LeNdA ☠ eU nÃo PrEsTo" ●•٠·˙˙
13 de agosto de 2008
Inspiração
“Com todo tempo do mundo”Eu sinto a liberdade como uma reta sem limites,
Renovado, desdobrando me sem trégua...
... e a cada nova curva desta estrada,
Feliz...muito mais por tocar, muito mais por correr... Deus!
Eu tenho um céu suspenso sobre minha cabeça,
algo nada anormal,
uma longa jornada pra ser feliz. Pra estar de bem, de bom...
Eu.
As luzes desta cidade me atraem,
estou solto como uma nuvem, ao vento
e tive medo... tenho tempo.... para gostar de boa
como tudo aquilo que hoje tenho.
Eu tenho sentido o desejo chegar
como algo que não sei direito como vai acabar
envolvendo me tão em cheio, sem pena... tão bom.
... e a cada novo alvorecer, nascer um pouco mais,
muito mais por transpirar.
Eu tenho um mundo inteiro nas minhas mãos
algo tão natural, normal...meus amigos... família...
anjos de uma louca jornada pra ser feliz.
Os perigos desta terra me sorriem terno...
... estou risonho pro mundo todo...esperançoso
navegando com meus próprios pés
vivo um pouquinho mais
a caminho de ser feliz,
com todo tempo do mundo.
L.uz
U.ma bênção
I.rmãos
Z.en
P.romessa
A.mor
U.ma bênção
L.uz
O. bem maior
Eu sinto a liberdade como uma reta sem limites.
˙˙·٠•● "eU sOu a LeNdA ☠ eU nÃo PrEsTo" ●•٠·˙˙
6 de agosto de 2008
Uma declaração de coração
Teus olhos querem me levar daqui,
... e que as estrelas te deixem me levar,
Leve me sim, para um outro por do sol,
Eu presto atenção nos sinais, e canto.
Teus olhos querem me levar daqui
Eu deixo teus olhos me levem;
As estrelas não me dizem o que pensas
26 de julho de 2008
Louis Albert ®
Vou trancar meus sentimentos e irei guarda-los,
As lágrimas correm fico na espera de algúem,
Está chovendo e o vendo se iguala a mim,
Não quero ser nenhum mandão,
Luiz Alberto
25 de julho de 2008
ブ ραulσσ ノ . por Rubem Braga
foto: Paulo Franco
Despedida
E no meio dessa confusão alguém partiu sem se despedir; foi triste. Se houvesse uma despedida talvez fosse mais triste, talvez tenha sido melhor assim, uma separação como às vezes acontece em um baile de carnaval — uma pessoa se perda da outra, procura-a por um instante e depois adere a qualquer cordão. É melhor para os amantes pensar que a última vez que se encontraram se amaram muito — depois apenas aconteceu que não se encontraram mais. Eles não se despediram, a vida é que os despediu, cada um para seu lado — sem glória nem humilhação.
Creio que será permitido guardar uma leve tristeza, e também uma lembrança boa; que não será proibido confessar que às vezes se tem saudades; nem será odioso dizer que a separação ao mesmo tempo nos traz um inexplicável sentimento de alívio, e de sossego; e um indefinível remorso; e um recôndito despeito.
E que houve momentos perfeitos que passaram, mas não se perderam, porque ficaram em nossa vida; que a lembrança deles nos faz sentir maior a nossa solidão; mas que essa solidão ficou menos infeliz: que importa que uma estrela já esteja morta se ela ainda brilha no fundo de nossa noite e de nosso confuso sonho?
Talvez não mereçamos imaginar que haverá outros verões; se eles vierem, nós os receberemos obedientes como as cigarras e as paineiras — com flores e cantos. O inverno — te lembras — nos maltratou; não havia flores, não havia mar, e fomos sacudidos de um lado para outro como dois bonecos na mão de um titeriteiro inábil.
Ah, talvez valesse a pena dizer que houve um telefonema que não pôde haver; entretanto, é possível que não adiantasse nada. Para que explicações? Esqueçamos as pequenas coisas mortificantes; o silêncio torna tudo menos penoso; lembremos apenas as coisas douradas e digamos apenas a pequena palavra: adeus.
A pequena palavra que se alonga como um canto de cigarra perdido numa tarde de domingo.
por
Rubem Braga
( extraído do livro "A Traição das Elegantes", Editora Sabiá – Rio de Janeiro, 1967)
22 de julho de 2008
˙˙·٠•● Mσrtσ ●•٠·˙˙

Deixo te as chaves, para que eu não corra o risco de voltar atrás.
Por isso lhe entrego as chaves,
Deixo te em paz, pois depois de morto, todo sentimento se transforma,
Não me importo se ficaste com mágoas de mim
Deixo te as chaves, para que feches definitivamente o cofre,
Deixo te as chaves para que corras por ai e tranques tudo em segredo,
18 de julho de 2008
Dschinghis Kan e as torkeiras deliciosas da vida...

Eleger um nome que sintetize essa era pode parecer fácil se levarmos em canta apenas os números de vendas ou hits nas paradas.
Elton John - o artista solo de maior sucesso de todos os tempos e ainda no topo.
Falei aqui se talvez seria fácil nomear, mas absolutamente não é tamanha é a gama de nomes e fãns pelo globo.
Dschinghis Khan
Os videos, paródias e criações pra lá de criativas estão nos YouTubes da vida pra deliciar todos aqueles que curtema música sem muitas pretenções de ser sectário nem elitista.
uma dica... xereta ai e d.i.v.i.r.t.a - s.e

Dschinghis Khan foi uma banda pop alemã criada em 1979 para competir no Festival Eurovisão da Canção. O nome da banda é a pronúncia alemã de Genghis Khan, e foi escolhido para combinar com a música de mesmo nome, escrita e produzida por Ralph Siegel, com letra de Bernd Meinunger.
Apareceram com o peso da Disco Boom, e, com isso, alcançaram popularidade no mundo todo, especialmente na Europa, Rússia e Japão. Suas músicas falavam geralmente de figuras históricas ou locais com culturas exóticas.O grupo terminou no meio da década de 80, mas voltou recentemente por causa da popularidade do grupo na Internet.
A formação original era composta pelos integrantes Steve Bender (1942-2006), Wolfgan Heichel, Henriette Heichel, Leslie Mándoki, Edina Pop e Louis Hendrik Potgieter (1951-1993). A nova formação da banda contou com Stefan Track substituindo Potgiester como o personagem de Khan. Eles voltaram com uma apresentação no Olympiyski Arena, em Moscou, no dia 17 de outubro de 2005. No dia 7 de maio de 2006, Steve Bender (conhecido como o "careca" do grupo) morreu de câncer. A partir daí, o atual estado da banda é desconhecido.Obtido em
"http://pt.wikipedia.org/wiki/Dschinghis_Khan"
é isso ai
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16 de julho de 2008
coisa de quem tem muito o que fazer, mas também surta...rsssssss

foto montagem: Paulo Franco
eU...Bin Laden? owwwwwwww
foto montagem: Paulo FrancoSalve Jorge!
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Ensaio sobre a cegueira
Detonautas Roque Clube
Onde não se pode mais encontrar um coração, me provoca o teu desprezo com um pouco de atenção. A mentira que te cerca é mais normal do que se crê, Entre a sua liberdade o meu direito de viver. Tente imaginar, tente imaginar... nos dois. Tente imaginar, tente imaginar... depois. E não confundir, ódio com diversão. Medo com paz. E não confundir, ódio com diversão,afinal não estamos sós.
Onde não se pode mais encontrar o coração,me provoca o teu desprezo com um pouco de atenção. A mentira que te cerca é mais normal do que se crê. Entre sua liberdade o meu direito de viver.
Tente imaginar, tente imaginar... depois. Tente imaginar, tente imaginar... nos dois.
E não confundir, odeio com diversão. Medo com paz. E não confundir, ódio com diversão. Afinal não estamos sós.
''Jovens sem nenhuma utopia,caminham tensos pelas ruas de suas casas velhas, sem nenhuma luz. Sem nenhuma luz de Fernando Pessoa. Fechados nas sexuais telas da impotência, se masturbam contemplando corpos em decomposição. Morte da minha fé, onde estavam o beija- flor e o arco- íris, Na hora do nascimento destas criaturas. Quantas gostas de flor restam pros corredores de céus de vossas bocas, Quais noites clamam por vossos nomes. Eu entrando na virtuosa idade, eles entrando em idade nenhuma. Os filhos da morte burra, cheiram o branco pó da anemia. Esqueceram que um dia tocaram na poesia da transgressão,em pleno frente se suas esquecidas mães. Esqueceram de colar o ouvido ao chão, para ouvir as ternas batidas do coração das borboletas. Os filhos da morte burra, jamais levanta uma folha para conhecer o labor dos insetos. Jamais erguem taças ao luar, para brindar a vigorosa lua. Os filhos da morte burra, desconhecem ou jamais ouviram falar em iluminação. Apenas abrem a boca para vomitar''
E não confundir ...Ódio com diversão. Medo com paz. E não confundir...Ódio com diversão,afinal não estamos sós.
13 de julho de 2008
...nada mais que a imagem...

foto: Paulo Franco






